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URI – CAMPUS DE ERECHIM

 

 

II Congresso Internacional das Linguagens

 

Educadores têm grandes desafios na transformação da sociedade moderna

Buscar no rico manancial da herança da cultura da humanidade, deixada pelos grandes pensadores, é uma das poucas alternativas que restam para que haja uma mudança da sociedade atual. 

O pensamento foi manifestado pelo professor e escritor Amarildo Trevisan, da Universidade Federal de Santa Maria, que abriu o ciclo de conferências do II Congresso Internacional das Linguagens da URI-Campus de Erechim, na terça-feira à noite, falando sobre Linguagens, Mídia e Educação. “Os educadores não devem esperar que a sociedade mude pois há uma inversão de valores que levam à decadência humana. Temos que investigar a possibilidade de aliar o conhecimento oriundo dos grandes pensadores com as obras atuais. Esta é a nossa tarefa educativa”, salientou.

Já o jornalista, escritor e professor Juremir Machado da Silva, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, afirmou que a saída para uma transformação da sociedade é o envolvimento da mídia com os educadores. O problema, segundo ele, é que os veículos de comunicação, e por conseqüência, os jornalistas, em todo o mundo, possuem uma visão equivocada das coisas. “A mídia vive para a sociedade do espetáculo, mais do que para a cultura. O que vende é o espetáculo e não a cultura, por isso, as celebridades e as “Darlenes” produzidas por aí vendem muito mais do que uma obra literária ou um evento cultural”.

Disse, ainda, que o povo quer e vive de fofoca perdendo sua capacidade crítica. “É proibido criticar em qualquer área da nossa sociedade, inclusive no futebol. O último exemplo foi a demissão do zagueiro Alexandre Lopes, do Internacional, que resolveu não aceitar o sistema de jogo implantado no time. Demitir ou isolar é a melhor maneira de combater a crítica. Aliás, os clubes de futebol são pequenas ditaduras em qualquer lugar do planeta”, afirmou o professor que largou o jornalismo por não concordar com os interesses das corporações.

A esperança, concluiu Juremir, são as escolas e as universidades, espaços ideais para criar-se uma nova cultura e uma nova sociedade livre das amarras da censura invisível.

Amarildo Trevisan: “produzimos mais tv do que geladeiras”

 

Juremir Machado da Silva: “a censura ainda faz parte diária do jornalismo”

 

Grupo Poemas Visuales, de Caxias do Sul, foi a atração cultural na abertura do Congresso

 

Feira do Livro é um espaço cultural muito procurado pelos participantes do Congresso

 

Programação:

 

:: VI SENELP ::

:: V SINELE ::
(Espanhol) (Inglês)

 :: II SILEN ::

 

 

 

Informações: www.uricer.edu.br ou (54) 520-9000 - ramal 9002.

 

04.08.2004

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(Fonte: Ademar Costa - Assessoria - URI - Campus de Erechim)

 

 

 

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