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URI – CAMPUS DE ERECHIM

 


Começa IX Encontro de Engenharia de Alimentos da URI

A primeira atividade do IX Encontro do curso de Engenharia de Alimentos da URI-Campus de Erechim, que está completando 10 anos de existência, contou com a especial presença dos familiares dos acadêmicos. 

Depois de serem recebidos pela coordenadora do curso, professora Débora de Oliveira, que falou aos pais sobre o curso e sua importância para a comunidade, o grupo teve a oportunidade de conhecer toda a estrutura oferecida pelo curso. “Foram momentos de grande emoção pois os pais puderam ver onde seus filhos estão construindo a sua vida acadêmica dentro de uma área extremamente importante para a população”, salientou a professora Débora.

A palestra que abriu a programação da Semana foi a professora doutora Gláucia Pastore, do curso de Engenharia de Alimentos da Universidade de Campinas, São Paulo, que falou sobre as perspectivas para o Engenheiro de Alimentos no Brasil e no mundo. Para a profissional, este curso, que tem apenas 40 anos de existência no Brasil, possui uma função vital para a comunidade. “O plano estratégico de todos os países está centrado na alimentação, nutrição e saúde. Por isso, o papel do engenheiro de alimentos é incomensurável dentro das potencialidades que estão sendo pesquisadas e que ainda necessitam de estudos”, disse a conferencista. Os alimentos funcionais, que fazem parte da programação desta semana, estão entre as alternativas que começam a ganhar espaço no mercado de alimentos e que são resultado das pesquisadas realizadas pelo setor.

Destacou, ainda, que o engenheiro de alimentos precisa estar presente nos mais diferentes setores que dizem respeito à evolução tecnológica, especialmente na biotecnologia, e também na economia. “Nós não devemos nos afastar das indústrias enquanto tivermos realizando nossas pesquisas pois serão elas que irão colocar no mercado o resultado deste trabalho”, salientou a professora.

Outro aspecto salientado por ela foi sobre a produção agrícola nacional. “Não podemos ficar apenas exportando grãos mas também ampliarmos as pesquisas para podermos exportar subprodutos destes grãos, especialmente a soja. Neste aspecto é que está o maior ganho econômico e alimentício de muitas nações”, concluiu ela.

Descobrir novos produtos é função primordial do Engenheiro de Alimentos, diz a professora Gláucia Pastore

 

Encontro marca os 10 anos do curso de Engenharia de Alimentos da URI-Campus de Erechim

 

14.09.2004

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(Fonte: Alexandra Bitencourt Assessoria de Comunicação e Eventos da URI - Campus de Erechim)

 

 

 

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