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URI – CAMPUS DE ERECHIM

 

 

Palestra: “Prevenir é melhor que ser pego de surpresa”, na URI

Esta afirmação é do professor Aloísio Ruscheinsky que debateu, juntamente com Carlos Frederico Bernardo Loureiro e Philippe Layrargues, o tema “Educação Ambiental e Transformação Social”, nesta quinta-feira.

Carlos Frederico Bernardo Loureiro da Universidade federal do Rio de Janeiro, falou da Degradação Ambiental como parte de um processo de exclusão do ser humano. 

Segundo o professor, estamos num processo capitalista e consumista que tudo se transforma em mercadoria, processo este chamado de “coisificação”. Carlos afirma que “não é a humanidade ou o ser humano que degrada a natureza, são grupos específicos que causam danos específicos. Não é a técnica que define um conceito de degradação, mas sim quem causou o dano e quais as conseqüências destes danos”.

Segundo o representante do Ministério do Meio Ambiente, Philippe Layrargues “O educador ambiental quer criar uma sociedade ecologicamente prudente, socialmente justa, territorialmente ciente e também combater a exclusão social”. Segundo ele a competição natural existe em meio à natureza e isto também existe nas relações sociais, já que vivemos em meio a diversidade. Philippe alertou também que os programas de reciclagem dentro das escolas, em parceria com empresas, está ajudando na conscientização dos alunos, porém vem alimentando o processo de exclusão social. “Grupos de catadores que se organizaram em cooperativas e contavam com este lixo para sobreviver, aos poucos vem perdendo sua fonte de renda. 

A economia de reciclagem deve combater a exclusão social e a concentração de renda. É necessário criar políticas públicas distributivas na reciclagem, no turismo ecológico, entre outros” salientou Philippe.

O terceiro debatedor Aloísio Ruscheinsky, da Univerdidade Federal de Rio Grande falou que a Educação Ambiental precisa ser transformada e nesse processo deve ser considerado o contexto social, para que exista uma transformação efetiva, “prevenir é melhor do que ser pego de surpresa”. 

Para ele pensar na Educação Ambiental como transformação social implica num diálogo com a natureza. Ele ainda questionou se a pedagogia dos 3 Rs, Reduzir, Reutilizar e Reciclar não pode ser substituída pela pedagogia dos 3 Cs Contato, Convívio e Cuidado, no processo de uma Educação Ambiental mais efetiva.

Para os palestrantes a educação ambiental é um processo de inclusão social

 

07.10.2004

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(Fonte: Ademar Costa - Assessoria - URI - Campus de Erechim))

 

 

 

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