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URI – CAMPUS DE ERECHIM

 

 

Brasil ainda precisa evoluir nas políticas públicas de Educação Ambiental

Esta foi uma das conclusões do terceiro dia do III Simpósio Gaúcho de Educação Ambiental, que encerra nesta quinta-feira na URI-Campus de Erechim. Segundo Felipe Laiargs, do Ministério do Meio Ambiente, algumas conquistas já podem ser comemoradas como a criação da lei federal que obriga um maior estudo desta matéria em todo o País. Além disso, os Ministérios do Meio Ambiente e da Educação formaram um comitê gestor que recebe o apoio de um outro comitê, formado por 13 representantes de diferentes órgãos da sociedade. “O que se quer é uma justiça ambiental, entre outras metas, que busquem soluções a partir da resolução de problemas sociais”, salientou Felipe.

Falando em nome da FEPAM do Rio Grande do Sul, o assessor da presidência da entidade, Túlio Carvalho, afirmou que muitas pressões, vindas de diferentes áreas, especialmente do setor rural, estão impedindo com que se avance mais na Educação Ambiental. “Nós só somos chamados para resolver problemas e não para ajudar na antecipação dos mesmos. Na verdade, precisamos evoluir muito neste setor, tanto a nível governamental quanto produtiva”, confessou ele.

Felipe Laiargs, do Ministério do Meio Ambiente

 

Túlio Carvalho, da FEPAM

 

Precisamos construir estados “radicalmente” democráticos

Este é o entendimento do professor Valdo Barcelos, da Universidade de Santa Maria, ao falar sobre ecologia e cidadania planetária. 

O planeta está sendo arrasado por conta do terror protagonizado pelos diferentes governos, segundo o conferencista. E citou como exemplo disso os Estados Unidos e Israel, que são tão terroristas quanto os que lideram grupos como o de Bin Laden. “O que nós precisamos entender é que as pessoas e não as nações fazem terror ou fazem a guerra”, disse ele.

Somente a construção de um estado radicalmente democrático pode contribuir para melhorar a situação do planeta que está sendo devastado por conta da sede de poder das lideranças mundiais. “Tomar atitudes inovadoras, como a solidariedade e movimentos pacifistas, irão trazer excelentes resultados. Precisamos eliminar de vez os enfrentamentos refazendo a cada dia esta chamada “democracia planetária”.

Terrorismo também é destruir a ecologia, diz Valdo Barcelos

 

06.10.2004

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(Fonte: Ademar Costa - Assessoria - URI - Campus de Erechim))

 

 

 

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