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 FRINAPE 2004  

Trajes oficiais da Rainha e Princesas da FRINAPE 2004 são uma homenagem ao Município

Eles trazem estampado o Castelinho, a viação férrea e o prédio da Prefeitura de Erechim

Os trajes oficiais da Rainha da FRINAPE 2004, Franciele Saccon, e suas princesas, Marília Sfredo Krüger e Virgínea Ferretto, representam um tributo a Erechim, no mês de seus 86 anos de emancipação político administrativa. 

Eles foram apresentados ontem, 6, pela manhã, para a imprensa, no Auditório da ACCIE. Estes vestidos serão usados durante os 10 dias de realização da Feira: 24 de abril a 10 de maio de 2004. 

Franciele, Marília e Virgínea estiveram acompanhadas pela Comissão Social integrada por Lucia Balvedi Pagliosa, Lú Cantele e Dolores Gollin. 

Conforme explicou a diretora social da maior mostra empresarial do norte do Rio Grande do Sul, Lucia Pagliosa, os trajes são uma homenagem ao município, uma vez que a FRINAPE coincide com as comemorações do aniversário de Erechim.
O vestido da Rainha tem estampado em sua frente o Castelinho, um dos prédios mais antigos de madeira que resiste à passagem do tempo e se constitui em uma atração e ponto de referência da cidade. 

Construído de 1912 a 1915, o Castelinho abrigou, no início da colonização de Erechim, a Comissão de Terras, órgão público encarregado dos serviços de legitimações de posses, de divisão de lotes, de discriminação das terras do domínio público, da organização das plantas, estradas e caminhos vicinais e povoamento do solo. Projetou e demarcou as ruas e avenidas, lotes urbanos e rurais do Município e coordenou todo o processo imigratório. Além de demarcar lotes, a Comissão de Terras oferecia apoio financeiro e tecnológico, ferramentas e sementes para os colonos, mantinha mais de 20 salas de aulas e foi responsável pela vinda de professores, engenheiros, agrimensores e médicos. 

O prédio foi construído por Germano Müssig e tem uma área de 603,91 metros quadrados. Tombado como Patrimônio Público pelo Governo do Estado, está sob o domínio da Prefeitura Municipal desde 1998. 

Localizado no eixo central da cidade - Praça da Bandeira, 354 - o Castelinho é um espaço cultural de resgate da história de Erechim.


ESTAÇÃO FERROVIÁRIA


A princesa Marília Sfredo Krüger traz na sua roupa a imagem da Estação Ferroviária de Erechim, cuja inauguração, em agosto de 1910, quando a cidade se chamava Paiol Grande, foi um marco na história e no desenvolvimento de Erechim. 

A Colônia Nova ganhou mais vida e mais gente; nos trilhos do trem chegaram os imigrantes europeus e colonos das antigas colônias velhas e, com eles, o progresso. 

A população cresceu rapidamente; da derrubada das matas de pinheiro surgiram as moradias, as oficinas, as casas de comércio e as pequenas capelas. 

A mistura dos diferentes grupos étnicos - alemães, italianos, poloneses e judeus - fazia parte da política governamental. 

A produção agrícola aliada à exploração de madeira e a outras riquezas naturais como erva-mate impulsionaram a ocupação do território erechinense até as margens do Rio Uruguai. 

A Estrada de Ferro uniu Erechim ao centro do Brasil. Ela foi, por muito tempo, a responsável pelo transporte das riquezas da nossa terra para os centros maiores do País.


PRÉDIO DA PREFEITURA


Já no vestido da princesa Virgínea Ferretto está a Prefeitura Municipal. 

O belo prédio chama a atenção pela sua imponência e se destaca no conjunto da Praça da Bandeira. Sua construção foi encomendada em 29 de novembro de 1929 pelo intendente Attilano Machado que usou recursos do recém criado Banco do Estado do Rio Grande do Sul. 

A construção - na época chamado de Edifício da Municipalidade - vai se arrastar por sete administrações, sendo que a conclusão ocorreu por volta de 1940. 

Durante esse tempo, a fachada foi alterada, houve mudança na distribuição das peças e em determinado período a parte inferior do prédio serviu de cadeia, em virtude do presídio local não oferecer segurança. 

A Prefeitura apresenta um conjunto de linhas de um palácio renascentista, com predominância de traçados horizontais e a simetria característica das construções baseadas nos fundamentos da arquitetura clássica.

O visual da corte, segundo a diretora social Lucia Balvedi Pagliosa, comprova, mais uma vez, toda a preocupação que os organizadores da FRINAPE têm com a história do Município. Desde o processo de escolha a que se submeteram as 17 candidatas ao título de Rainha da FRINAPE 2004, o conhecimento profundo sobre a história econômica, social, cultural e política de Erechim foi uma exigência permanente e alvo de provas e questionamentos que valeram pontuação, classificaram e desclassificaram candidatas. 

 

Os trajes foram confeccionados em shantung de seda, renda, gazar e muitas pedrarias nos bordados. O vestido da Rainha Francieli Lúcia Sacon é em verde e os das princesas Marília Sfredo Krüger e Virgínea Ferretto em ocre.

 

   Detalhes nos Vestidos   

 

Rainha Francieli Lúcia Sacon - Castelinho (Casa da Comissão de Terras)

 

 

Virgínea Ferretto - Prefeitura 

 

 

Marília Sfredo Krüger - Estação Ferroviária

 

06.04.04

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Fonte: CopyDesk
 Assessoria de Comunicação

 

 

 

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