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Saúde

 

Não existe droga, medicamento ou produto químico que auxilie no tratamento da memória

Afirmação é do neurologista Celso Lago durante Ciclo de Palestras da Unimed Erechim

O médico cooperado da Unimed Erechim, neurologista Celso Lago, foi categórico ao afirmar que não existe nenhum tipo de droga, medicamento ou produto químico que auxilie no tratamento da memória.

De acordo com o médico, a memória se faz por repetição: 'Não existe outro método que seja eficiente que não seja a repetição', assegurou. 

O Dr. Celso Lago encerrou, na tarde de quinta-feira, 6, o Ciclo de Palestras Voltadas à Comunidade do ano de 2004, dentro do Programa de Responsabilidade Social da Unimed Erechim. 

A palestra foi realizada no Auditório do Espaço Vida que ficou completamente lotado. 

A ocasião também serviu para a entrega de certificados para as pessoas que compareceram a mais de 70 % das palestras do Ciclo durante o ano de 2004.

Conforme explicou o neurologista, a memória é uma função cerebral superior relacionada a processo de retenção de informações obtidas em experiências vividas e trazidas do mundo externo. Está intimamente relacionada ao processo de aprendizado, ou seja, como o conhecimento é apreendido.
Além disso, Dr. Lago disse que o nosso cérebro tem uma área muito privilegiada para a memória das faces. "É uma área extremamente rica que nos possibilita diferenciar as fisionomias identificando quem pode ser nosso filho, nosso predador ou nosso companheiro", explanou. Lembrou, ainda, que a memória se forma pelos cinco sentidos: audição, visão, olfato, tato e paladar.

O palestrante explicou, para a atenta platéia, que existem dois tipos de memória: a de curto prazo e a de longo prazo. 

O primeiro tipo diz respeito a fatos recentes, próximos e dura de segundos a alguns minutos. 

A memória de longo prazo ainda pode ser dividida em dois tipos: a recente que diz respeito a fatos de semanas e meses e acaba sendo esquecido, e a memória remota que é a base de nossas habilidades e procedimentos durando anos.

Entre as maiores causas do déficit de memória estão ansiedade, desânimo, depressão, fadiga, tristeza, enfim, conforme disse, quando a vida não vai bem a pessoa fica desatenta e desinteressada. 

Outra causa são alguns medicamentos para determinados tipos de doenças como para pressão arterial, tireóide etc. 

O exemplo máximo de perda da memória citado pelo médico é a doença de Alzheimer. 

Sobre este assunto, o Dr. Celso Lago falará em março no Espaço Vida para esta mesma platéia, quando será retomado o Ciclo de Palestras Voltadas à Comunidade da Unimed Erechim para o ano de 2005.

Neurologista Celso Lago

12.01.2005

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(Fonte: CopyDesk - Assessoria de Comunicação)

 

 

 

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